11.6.11

cerveja

 Os bêbados margeavam comigo nas calçadas e baforavam caco de vidro. Sopesava um orvalho urbano. Ás voltas com o mesmo problema, tudo congelava. Beber uísque perdeu a graça. Chega de estrangeirismos pra barrela da bile. Pendurei os corpúsculos de Krause para secar no sereno, como um cortiço deambulando.

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