Li A Prostituta Respeitosa e um livreco com cara de cardápio - e papel cartonado - do Guy de Maupassant. Na mesma manhã. Me senti tão satisfeito pela abstração. Ultimamente eu só me debato com futilidades.
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Barulho & ruído. Ler entre os outros me passa a ideia de cumplicidade. Azar da ilusão. Meu celular rimbomba o mp3 da The Jesus & Mary Chain. Ando tão shoegazer que as minhas pernas são o papel de parede do note. Adoro itálico em doses homeopáticas. Na real ele surgiu pra cortar custos de impressão, mais tipos em menos folhas. Tipo a função do jornalismo, apesar de muitos se esquecerem. E outros nunca esquecerem. Meia-pataca. Faz sentido.
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A tia da limpeza levou meu copo de café apesar do lastro de chocolate em pó no fundo do copo de plástico. Ultimamente eu tenho posto açucar até no passado. !. Em que estou me tornando.
O livro Dadá: Arte e Antiarte é pesado. Frustra que eu tenha enjoado de ler depois do capítulo do Dadá em Zurique. Agora vou ler - tenho que ler - o capítulo do pós-dadá-e-o-do-neo-dadaísmo pra um trabalho. Pra terça. Diagramar e tal. Odeio.
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...Porra, pôr um penico numa plataforma e dizer que é arte por-que-eu-disse-que-é é muito descaramento. Dadadane-se;
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